Aquivo de Notícias

    O congresso ocorrerá em 27 de novembro a 01 de dezembro de 2011, tendo eventos paralelos como o : II Fórum Internacional Pan-Amazônico de Pesca e Aquicultura; III Encontro de Ostreicultura do Nordeste Paraense e o II Workshop de Cultivo do Pirarucu.

Local do evento: Hangar Centro de Convenções, em Belém-Pa.

 

VAMOS MARCAR PRESENÇA!!!

 

INFORMES:

* O D.A. de Pesca está providenciando um ônibus para levar os estudantes de Engenharia de Pesca para o evento. Qualquer novidade disponibilizaremos aqui no site.

** No ônibus terão prioridade os alunos que enviarem trabalho para o evento, ou seja, vá providenciando já o seu!

PALESTRA: MUDAR É POSSIVEL

Por: Prof. Fábio HAZIN

 

Sexta-feira (08.07.2011) as 15:00h

Local: Auditório do CEGOE

 

Participação, Transparência e Eficiência

 

A Universidade precisa reavaliar o seu presente e reinventar o seu futuro, para que possamos, assim, construir a Universidade que queremos.

Participe! Convide seu colega! Traga sua idéia para a construção de uma proposta coletiva para nossa universidade!

Convênio para captura e soltura de tubarões deve ser publicado no DO nesta sexta

 

    Com autorização da Secretaria de Defesa Social, Instituto Oceanográfico vai desenvolver esse trabalho.

Deve ser publicado no Diário Oficial (DO) do Estado desta sexta-feira (01) o convênio firmado entre a Secretaria de Defesa Social (SDS) e o Instituto Oceanográfico para permitir a captura de tubarões e a soltura deles em alto mar.

    De acordo com nota da SDS, “todas as exigências foram cumpridas pela Secretaria e vistadas pela Procuradoria Geral do Estado”. O novo convênio tem vigência retroativa ao dia 19 de junho deste ano até 31 de dezembro de 2011. Já o projeto que prevê a instalação de telas de exclusão, que deve ser colocado em prática através de convênio com o Instituto Praia Segura, ainda está sendo analisado pela SDS.

    A recuperação de placas de advertência  para prevenção de ataques teve seu processo de licitação publicado no DO desta quinta. O Governo prevê a recuperação de 109 placas e a aquisição de 33 novas placas, num valor estimado R$ 177 mil. Atualmente, 90 placas estão instaladas em toda orla pernambucana – no trecho que vai desde o Bairro Novo, em Olinda, até o limite das praias de Itapoama e do Paiva, no Cabo, compreendendo um trecho de 30 quilômetros. 

    O assunto voltou à tona após o ataque registrado na última quarta-feira (29), na praia do Pina, que vitimou o estudante e surfista Marlisson Danilo Lima dos Santos , 21 anos. Operado no Hospital da Restauração, ele está internado na enfermaria vascular. Segundo os médicos, o jovem está estável, consciente, orientado e recupera-se bem, mas não há previsão de alta.

    Nesta quinta, o Corpo de Bombeiros apreendeu 13 pranchas de surfistas que estavam em áreas proibidas do litoral, sendo quatro na praia do Paiva e nove em Olinda. Sete menores foram levados para o Conselho Tutelar; um homem foi preso por desacato aos bombeiros.

    SISTEMA DE MONITORAMENTO
Apenas respeitando a proibição de nadar ou surfar em áreas de risco, é possível evitar ataques de tubarão. O apelo é do Comitê de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit) em Pernambuco. De acordo com o presidente do Cemit, Fábio Hazin, o sistema criado em Pernambuco é um dos melhores do mundo.

“Temos um trabalho de educação ambiental que é um exemplo para o mundo, um esforço de vigilância e fiscalização permanente e um trabalho de pesquisa e monitoramento também com tecnologia de ponta e sem nenhum equivalente no mundo inteiro e um esforço grande também de recuperação do ecossistema no mundo. Agora não há programa no mundo que consiga resolver o problema de ataque de tubarão se não houver uma participação da população no respeito às precauções que devem ser observadas para evitar esse tipo de incidente, principalmente no respeito à lei de não praticar atividades como surf e body-boarding em trechos no qual esse tipo de atividade está proibida em razão do enorme potencial de risco que elas ensejam”, afirma Fábio Hazin.

    Ele também explica porque algumas pessoas dizem que faz dois anos e outras falam que faz três anos desde o último ataque de tubarão no Estado. “Na verdade, nós tivemos um incidente em setembro de 2009 que esteve associado ao processo de afogamento. Houve um afogamento e, quando a vítima ainda apresentava sinais vitais, ela sofreu uma mordida. Se nós considerarmos, portanto, esse ataque, nós teremos perto de dois anos [sem ataques]. Se nós considerarmos os ataques que não estejam associados a um afogamento prévio, então nós teremos em torno de três anos”, diz.


    O presidente do Cemit reforça a orientação à população. “[Deve-se] evitar entrar em trechos de mar abertos, sem a proteção dos arrecifes; evitar avançar em áreas muito profundas; evitar o banho de mar particularmente em períodos de lua nova e lua cheia, quando esse risco é potencializado; e evitar também entrar no mar se estiver alcoolizado”, afirma.


Fonte: http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/animais/2011/06/30/NWS,535448,4,657,NOTICIAS,766-CONVENIO-CAPTURA-SOLTURA-TUBAROES-SER-PUBLICADO-SEXTA.aspx


 

Pesquisadores ganham reforço para estudar tubarões 

 

          

         

            Engenheiros de pesca da Universidade Federal Rural de Pernambco (UFRPE) ganharam um reforço na pesquisa sobre tubarões no litoral pernambucano. Além do barco Sinuelo, eles vão contar com um veleiro. Com o reforço, ainda será possível evitar ataques do animal. Desde 1992, foram registrados 53 ataques de tubarão no litoral pernambucano. Vinte pessoas morreram.

            O Liberty, de bandeira alemã, tem 15 metros de comprimento e foi surpreendido quando entrava irregularmente em água brasileiras. Ele foi apreendido pela Receita Federal, que fez a doação, para a Universidade. Com o Liberty, os pesquisadores e os estudantes da rural poderão ir mais longe que o Sinuelo, especialmente ao Atol das Rocas e a Fernando de Noronha. “Nós temos capturado, praticamente todo mês, tubarões agressivos, a maioria da espécie tigre. Eles são deslocados para regia do talude continental, ou seja, distante da praia, um sistema eficiente para eliminar ataques e ganhar informações sobre os processos migratórios, sem custo nenhum, praticamente”, afirmou o diretor do Departamento de Pesca e Aquicultura da UFRPE, Fábio Hazin

Os estudos com tubarões começaram há 7 anos, com o barco Sinuelo, que vasculha o mar nas áreas mais próximas à praia. Há quase dois anos não há registro de ataques na costa pernambucana.

 

 

Fonte: pe360graus.com.br (em: 11/02/2011)